sábado, 14 de janeiro de 2012

Porcos!

Ai, peço desculpa, não estou a querer ofender ninguém, estou mesmo a falar de porcos, daqueles que fazem oinc oinc!



E hoje quem escreveu foi o Tiago, quer dizer ele escreveu há dias esta composição para a escola, e eu achei que fazia todo o sentido publica-la aqui, hoje, já que eles andaram de volta da horta com o pai!

E aqui estão eles, o Porco Sim e o Porco Não, um casal de porcos que vieram povoar a nossa horta. E agora os restos de comida já não vão fora, nem os nossos nem os do resto da familia, porque há que engordar os bichos! O Porco Não é uma porca, vai ficar para criação, já o Porco Sim, em acabando o seu serviço de emprenhar a porca irá à vida dele, vida de bifana!

Sim, os miúdos sabem disso e é mesmo por isso que os temos, como já aqui falei noutra altura em "O valor do cabrito" , os animais criam-se para comer e sem dramas.


 As meninas andaram a apanhar flores e a sentir as ervas e a terra.






Os meninos preparavam-se para ajudar o pai na plantação.




Era preciso encher baldes com estrume primeiro, e esse trabalho mal cheiroso calhou ao Tiago sob o olhar atento dos outros.



O terreno está lavrado, foi o avó Zé que o lavrou, já tem ervilhas, favas e alhos, agora era a vez das cebolas. Quem não gosta de umas costeletas de cebolada? Desculpem-me os vegetarianos!





De enxadas em punho eles lá foram vendo e aprendendo com o pai Fura bolos como se fazia.




A enxada é maior que ele, mas a vontade de fazer é ainda maior! E fez, qualquer coisa, qualquer coisa que é muita coisa, é aprender a gostar da terra, de deitar semente e colher o que ela dá.



E com os tempos que aí se avizinham e a bebermos 50 litros de leite por mês, não está fora de questão arranjarmos uma vaca!