quinta-feira, 25 de maio de 2017

Dia da família

O primeiro "trabalho de casa" do Zé desde que entrou para a creche.
Foi para comemorar o dia da família, dia 15 de Maio, que nos foi pedido para fazer um trabalho em família, em que todos os membros participassem e nós assim fizemos!

Feita a 16 mãos, nasceu esta árvore da família Custódio. Cores, rabiscos, vários tamanhos, já que com uma família de 8 pessoas não faltam variedade de gostos e opiniões.


Ficou gira, não ficou? 
Mas foi fácil? Nem tinha graça se fosse fácil. Tivemos o adolescente que primeiro não queria participar (fez a mão dele às 7 da manhã antes de ir para a escola), o pai Fura Bolos a pintar a dele às 4 da manhã, a Rosita a querer fechar a mão em vez de abrir e a Mãe de Todos a tentar que tudo isto junto desse um bom resultado. 


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Ninho vazio

Chegaram à procura de um sitio seguro onde fazer o ninho, e encontraram a nossa porta. De longe o sitio mais sossegado, porque com 6 crianças a entrar e a sair o que não falta é movimento e barulho, mas ainda assim sentiram-se acolhidas e protegidas na nossa porta.

Não demorou muito a ouvir piar e conseguirmos ver 4 cabecinhas depenadas a espreitar. Uma penugem ralinha cobria aquelas cabecinhas e de cada vez que a mãe ou o pai se aproximavam do ninho todas espreitavam e piavam de bicos bem abertos. Foi assim durante bastantes dias, e foram crescendo.

Até que um dia, uma sai do ninho e voa, voos curtos, que acabam no chão, saltinhos, mais um voo, descanso, a mãe que pia o pai que faz um voo rasante a piar, assim se ensinam os filhotes a voar. Qual pai ou mãe como nós que dá a mão a um filho para o ajudar com os primeiros passos.

A cada manhã que passava tínhamos mais um motivo para demorarmos a nossa saída de casa.
O Zé ajudou uma andorinha a levantar voo do chão, viu a mãe chegar e piar, sabia qual era a "nossa" andorinha.
Outra manhã e mais uma que sai do ninho, e outra e outra. Incrível como estes pais de 4 conseguiram ter tempo e dar tempo a cada um dos filhos, individualmente para aprender a voar, ganhar segurança, e só depois ensinar o próximo.

O Pai Fura Bolos ainda teve que colocar um dos bebés no ninho uma vez, eu cada vez que estacionava o carro fazia-o com cuidado a olhar para o chão não fosse estar alguma das bebés caída ou a descansar, os miúdos olhavam para o ninho várias vezes ao dia e tentavam identificar no ar os que eram bebés ou os pais. Que bom que foi ter esta família aqui.

Agora já todos voam e bem alto. Já não passam os dias em idas e vindas ao ninho, há menos pios à nossa porta, mas nós ainda olhamos o ninho a cada saída de casa.

Dei por mim a dizer ao pai Fura Bolos "tenho pena que já tenham voado, será isto que vamos sentir quando ficarmos sozinhos em casa?"

Sempre tenho ouvido falar no síndrome do ninho vazio ... agora este dizer ganhou uma imagem.




quarta-feira, 17 de maio de 2017

Partir o folar

Já foi há um mês, mas aqui ficam as fotos do piquenique que fizemos por aí para partir o folar. A tradição manda e nós fazemos. 

O pai Fura Bolos está a fazer uma dieta detox e por isso temos que andar carregados de verdes! Um dia destes conto o que ele está a fazer. 


Os miúdos desde que seja campo divertem-se, brigam ... brincam! Dá para tudo e mais alguma coisa!



Sim, viram bem! O Zé não encontrava os seus sapatos e por isso calçou umas sandálias da Julieta, ficam-lhe mesmo bem!




Sim, aqui também estão a ver bem, o Zé quis estar de gorro!


Estes miúdos gostam disto e nós também, somos muitos e neste momento estamos a precisar de espaço e em casa isso tem sido difícil de conseguir. 
Havemos de conseguir ter e dar mais espaço a cada um, e este espaço que falo nem é físico é mais emocional, por isso não implica obras, implica mudança de rotinas e atitudes. (suspiro) 

Mas como está a chegar o bom tempo de vez vamos ter muitas oportunidades de conseguir este espaço, nem que seja numa toalha de piquenique.

sábado, 13 de maio de 2017

Para trás das costas!

Foi mesmo literalmente para trás das costas que atirei a Rosita!

Sabem quando têm um bebé que está perdido de sono, mesmo mesmo já a fechar os olhos, mas o cheiro não engana?
Pois isso, a Rosita estava uma manhã destas perdida de sono, já de olhos fechados, quando vi que tinha a fralda suja. Deitei-a em cima da cama e ela continuou de olhos fechados, mas claro quando comecei a trocar a fralda despertou e depois quem é que a fazia dormir! (confesso que pensei: para a próxima dormes borrada!)
Nem com mama, nem com colo, nem com embalo, então e porque tinha mesmo que trabalhar, a solução foi mete-la às costas, mas era a minha primeira vez sozinha!



Filmado dava um filme, mas consegui! Yes we can! E nem 5 minutos demorou e ela estava a dormir, até consegui a proeza de transferi-la para a cama, e sim, ficou a dormir assim, tal e qual, em cima da mochila! (adoro o ar dramático com que estava, mão na cabeça e mão ao peito!)


 Fiquei tão contente e orgulhosa de mim que tirei umas fotos e enviei para a Rosa Sorribas, da Crianza Natural com quem tenho feito algumas formações, e ela entre os parabéns enviou-me também um artigo com este video muito bom! Adorei, e prometo da próxima vez fazer como no video e quem sabe até filmar, sempre quero ver a minha habilidade.








terça-feira, 9 de maio de 2017

Tanto colo ...

Já perdi a conta aos comentários que já ouvi sobre carregar sempre a Rosita junto a mim! Não posso dizer que sejam todos maus, mas na grande maioria o que há é uma espécie de desconfiança ou negatividade acerca deste assunto. 

- "Ela está tão habituada a ti que depois não quer mais ninguém." - dá para ver nestas fotos e pelos sorrisos rasgados que essa "dependência" que lhe querem impor não existe. E mais que estas pessoas não são sequer do convívio diário da Rosita!






- "É que assim só quer colo e depois nem brinca nem se entretém sozinha" -  sim, assim tipo isto que se vê nas fotos a seguir! Tadinha, tanto mundo para explorar e ela sempre ao colo, tipo lapa!






- "Ui , se se habitua a isso depois só dorme ao colo!" - Sim, ela ao colo dorme muito bem, mas ... dorme tão bem deitada também! E sem dramas! 




Esta manhã depois de beber um café, entrei em casa e tive que a deixar em cima da cama para ir à casa de banho, estava mesmo aflitinha, ok?, Ouvia-a choramingar quando me viu sair do quarto, depois silêncio, um outro chorinho do tipo resmungar e ... SILENCIO!

A sério?? A sério que um bebé que é sempre carregado ao colo é capaz de adormecer sozinho? Claro que sim, um bebé carregado é um bebé que se sente seguro e confia que há sempre um adulto a olhar por ele.



Por isso, mamãs, papás, avós ou outros cuidadores, muito colo aos vossos bebés, carreguem-nos o mais possível, sem culpas e sem medos. Eles quanto muito só se vão habituar a ser confiantes, seguros e independentes! 

Finalmente mãe de 6!

Foi quase como uma gravidez, foram 9 meses de espera até conseguir a foto ... perfeita, ou melhor, a foto possível de mim com os 6 filhotes!
Tirada no dia da mãe, qual foto da praxe! Porque as tradições são para se cumprirem.


Está linda, não acham? Todos muito interessados na foto ... cada um na sua vidinha e eu, qual mãe tontinha sorridente e orgulhosa claro está! Alguém tinha que olhar para a câmara, certo?

Pronto, tirando isto, foi um domingo de sol, piquenique no campo e passeio na praia, com direito a banhos de cuecas, dos miúdos, que a mãe é tontinha mas não tanto!

domingo, 23 de abril de 2017

Pesadelo na cozinha - em versão familiar

Foi um verdadeiro pesadelo para o padrinho Pedro estar na cozinha às ordens do Tiago, que ali o pequeno chefe não dá margem para brincadeiras.
Qual Gordon Ramsay qual Ljubomir Stanisic, medo, muito medo de Tiago Custódio na cozinha!

Para nós foi muito divertido ver como ficaram os programas depois de editados, ver o Pedro atrapalhado à procura de todos os ingredientes e o Tiago sem perder a concentração e o foco nas receitas. No fim, todas as receitas foram um sucesso.

Podem ver os vídeos no site da RTP, episódios 55, 56, 57 e 58 e rirem-se com as trocas do padrinho, que não sabe a diferença entre um nabo e um alho francês, e as tiradas do Tiago nos comentários.

Sem dúvida ficam na história da família e de quem nos acompanha!

Foi uma experiência bem divertida, tanto para o padrinho como para o afilhado que serviu acima de tudo para lhes dar tempo juntos, já que no dia a dia estão longe um do outro.