sábado, 16 de novembro de 2013

Um ponto!

Um ponto,  costurado à mão ... não à máquina , com agulha e linha, mas não foi dado por mim, nem por outra costureira.

Hoje quando cheguei ao pé da Teresa, depois de um dia de formação, estava ela neste estado!


1 ponto no queixo, nada de lágrimas e a prima Dora com ela já vinda do hospital, numa operação tão discreta que nem o Tiago e os filhotes dela se aperceberam que a Teresa tinha caído e muito menos que tinha ido ao hospital!

Mais uma história para contar que daqui a uns anos bem se pode transformar numa meia dúzia de pontos, porque quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto.