Mostrar mensagens com a etiqueta doenças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta doenças. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de abril de 2019

A nossa Rosita é especial - 1 : 250000

É uma sorte ter-nos calhado a Rosita!

Foi na Primavera de 2018 que começamos a ficar preocupados com a Rosita. Reparámos que uma perninha não estava bem, Parecia torta, umas vezes notava-se mais outras menos, mas não dava para ignorar, era visível.

Depois de Rx (um dia conto como me senti neste dia), médica de família, ortopedista e pediatra ... fomos chamados para uma consulta de ortopedia no Hospital Dona Estefânia.

Estávamos em Agosto e por sorte calhou na mesma semana do casamento do meu primo, assim apnas com numa viagem podemos fazer as duas coisas.

A consulta foi 2 dias depois do casamento, e ainda bem ... teria sido complicado estar no casamento depois das notícias que tivemos na consulta.

O dr. Sant Anna começou a consulta com algumas perguntas, sobre a Rosa, a gravidez e parto e percurso até ali, pediu mais um Rx e quando voltamos à sala, assim que a vê entrar a andar perguntou se ela tinha manchas no corpo ...

Foi aí que percebi que a pernita torta da Rosa era mais que uma questão ortopédica. Muitas vezes me tinha questionado sobre aquelas manchas que ela tem, umas de nascença e outras que foram aparecendo, apesar de todos os médicos que a viram  até ali desvalorizarem,  o coração de mãe sente coisas ...

As palavras daquele médico, carregado de experiência fez-me ter a certeza que o coração de mãe tinha razão para estar apertado.

Eu estava com a Rosa ao colo a mamar as palavras do médico ecoaram na minha cabeça enquanto as lágrimas grossas me corriam pela cara e pingavam o vestido que ela tinha.

Saímos dali com a certeza de que a Rosa tem uma Pseudo artrose congénita da tibia, uma condição rarissima, e com a suspeita, quase certeza de que era sinal de ter neurofibromatose, uma doença genética rara.

E aqui começou uma nova realidade.

A Rosa tem que usar uma caneleira de proteção até pelo menos ao final do crescimento, sim, isso mesmo, e tem que a usar sempre, dia e noite pois há sempre o perigo de cair, como qualquer criança ... mas com o risco acrescido de fractura  devido à doença.


A caneleira é feita à medida, de x em x tempo, e é originalmente uma peça feia, que eu senti necessidade quase imediata de tornar bonita, ao menos isso, já que tem que usar, já que não posso mudar esta realidade então que seja uma coisa gira e divertida!





Sim, chorei muito, muito mesmo, compulsivamente, nessa noite quando finalmente todos dormiram. Como é que eu, mãe de 6 filhos, ia (vou) proteger a minha Rosita, uma miúda divertida, desenrascada, super independente e curiosa, que só quer correr e saltar (e eu quero tanto que ela faça essas coisas) e evitar que ela se magoe.




Agora estou mais serena, sinto que entreguei ao Universo e que apenas posso fazer tudo para que ela seja feliz, sempre feliz e alegre.

Um dia sentada com ela a mamar, estava a conversar e a contar esta história a umas pessoas. Quando digo que a pseudo artrose não tem cura e é uma doença rarissima (1:250000) e uma das raparigas diz: 
- Possa, que azar, logo ela! 
Eu nem pestanejei, olhei para ela ali no meu colo a mamar e exclamei: 
- Que azar não! QUE SORTE termos a nossa Rosita!! 

Há dias menos fáceis, mas vê-la ser feliz dá-me força para saber que neste momento estamos a fazer tudo o que podemos para protege-la e dar-lhe o melhor acompanhamento médico que é possível.

Serão muitas consultas de vigilancia e acompanhamento ao longo dos próximos anos e será sempre uma incógnita como é que o corpo dela vai lidar com estas condicionantes, mas não penso nisso todos os dias...

A educadora e a auxiliar da creche onde ela está também ficaram preocupadas, apreensivas ... e com receio, compreendo, mas também a elas já lhes agradeci todo o carinho e lhes disse que só têm que garantir que a Rosa é feliz naquele espaço, o resto nós não podemos controlar.





Há muito tempo que queria vir aqui partilhar com quem nos segue esta história, para vos contar, mas também para poder quem sabe encontrar outras famílias com histórias parecidas.

Tenho o contato de uma mãe de uma menina com o mesmo problema, que se disponibilizou a falar comigo e foi muito importante logo no inicio para não me sentir sozinha.

Se por acaso conhecem algum caso entrem em contato comigo.



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Febre e 3 pares de meias!

Este fim de semana ficou marcado pela febre da Julieta.
No Sábado apesar de termos ido à festa de inauguração do restaurante Bombordo, a pobre da Julieta ia muito em baixo e ao longo da tarde/noite começou a ficar mesmo com febre alta.

Consegui vir a casa com ela e dar-lhe xarope para ajudar a baixar, ela tomou e fez algum efeito. No regresso a casa vinha quente mais mais bem disposta e dormiu tranquila.
Mas na manhã de domingo a febre estava alta novamente, perto dos 38.5 e ela deitada porque lhe doia a cabeça. E assim ficou o dia todo, deitada, fazendo intervalos entre sestas, lanches e água (tudo deitada).

Quando todos se foram deitar medi-lhe a febre e estava em 39.4!! Ui!! Era preciso fazer alguma coisa, mas ela hoje não queria o xarope nem por nada!!

O que fizemos então?

Abri no tablet este video da Sofia Loureiro onde ela explica entre outras coisas, a cura das meias para a febre, e a Julieta gostou da ideia!



3 pares de meias, água, vinagre e apenas 2 repetições do processo e tinhamos a febre nos 38!

Esta manhã está em casa mas bem disposta e sem febre!

Obrigada Sofia por tantos bons conselhos que partilhas connosco. Podem consultar o blog da Sofia em SoproVerde 

A Amamenta Algarve terá 2 workshops com com a Sofia Loureiro em breve. Podem consultar a agenda aqui.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Fuminhos e muito babywearing!

Este tempo é o que é, estamos em Fevereiro, no tempo das amendoeiras em flor e das constipações!

Cá em casa não podia deixar de ser diferente, tosses, ranhos, algumas febres, pés descalços na tijoleira (alguém lhe explica que é meio caminho andado para ficar doente?), casacos ( ou não, também precisam de umas explicações sobre agasalhos) e até não me posso queixar porque tem andado tudo mais ou menos calmo neste campo.

Mas a nossa Rosita não se aguentou, e do ranho passou à tosse e da tosse a muita expectoração e da expectoração à bronquiolite!

Foi ontem à noite quando ela acordou aflita a tossir e com nítida falta de ar, que eu me vesti à pressa, vesti-a e em 25 minutos estava a sair de casa, numa noite tão fria, mas a seguir o meu instinto de mãe.
O hospital não fica perto, está cheio de bactérias e outras coisas más, a noite estava fria, a lareira estava acesa, mas pesando tudo na balança, o meu coração de mãe (e o pai Fura Bolos também) ditou que saísse de casa e fosse com a Rosita ao hospital.

Viagem tranquila, estacionei, meti a Rosita no mei tai, mochila às costas, mantinha a cobri-la e lá fomos. Simples!



Uma espera de 2 horas, sim, leram bem 2 horas de espera para uma bebé de 6 meses, em que eu dormi e ela também, viva o babywearing, e depois o veredito. A dra não teve dúvidas assim que a viu e ouviu, uma bronquiolite.


Na sala de tratamentos fomos fazer os fuminhos, o aerossol, e a Rosita não gostou de ser acordada para isso, mas nada que o voltar para o pano não resolve-se! Tanto enfermeira como doutora admiraram o prático que era.



Foi uma noite longa, cheguei a casa quase às 4 da manhã e com uma prática enorme em atar e desatar o mei tai com 1 ou duas mãos, mas tenho a certeza, que se eu não carregasse a minha Rosita tinha sido mais difícil (aqui falo com conhecimento de causa, em tempos idos também já carreguei com ovinho ou carrinho para as urgências, a minha mala e a mala do bebé ... não dá jeito nenhum, afirmo!)

Agora em casa continuamos, muitos fuminhos e mais babywearing ainda pois só assim ela fica sossegadinha e descansa.

Agasalhem-se bem, e se puderem, carreguem os vossos bebés!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Uma dor daquelas!

Às vezes há quem comente " ah, estás a queixar-te dessa dor havias de ter um filho para saberes o que é dor" quando vê alguém a queixar-se de uma qualquer dor.

Pois eu sei bem o que é ter filhos, já são 6, e tenho a dizer que antes 6 vezes as dores de parto, que são como ondas de mar, que são viciantes, que são libertadoras, que são nossas, a uma dor de dentes!

Começou por ser uma moinha leve, num dente que aparentemente não tinha nada. na 5ª feira passada, depois passou para uma dor mais chata no sábado, ainda assim fui dormir na ermida, domingo passou para uma dor forte e segunda passou a desespero! 
Tenho a confessar, chorei de dor, muita dor, entre 2ª feira e 4ª feira, nem com o antibiótico, o paracetamol e o brufen a dor abrandava meia hora que fosse para eu poder descansar, comer ou mesmo pensar! 

Com dor, fome e o sentimento de impotência, foi difícil tratar dos miúdos, dar de mamar a 2 bebés, acordar de noite ... dormir pouco. 

É que a dor de parto é uma dança do nosso corpo com o bebé, a dor de dentes é uma m.....! 

Ontem, uma semana depois do inicio e com a cara muito muito inchada, finalmente comecei a sentir menos dor, espero que até ao fim do antibiótico passe para poder então ir tratar do dente. 

Pelo meio fica para contar: 
- O puré de batata, beterraba e carapau que o pai Fura Bolos fez para mim um destes dias.
- A quantidade de bananas e iogurtes liquidos que comi, e o que isso fez na barriga da Rosita.
- O  quadro com o registo das horas e medicamentos tomados, isto porque já nem conseguia pensar
- O facto de ter mostrado à dentista a existência do site e-lactancia onde se pode confirmar se um medicamento pode ou não ser tomado durante a amamentação. 
E as pesquisas que fiz na internet sobre mezinhas, tratamentos ou receitas caseiras para alivio da dor de dentes, não experimentei todas ... mas faltou pouco! 




E logo eu que não costumo tomar nada!

terça-feira, 21 de junho de 2016

Mais uma estaladela

Esta manhã o plano era um ... e de um momento para o outro passamos para um plano que não estava mesmo nos planos!

Enquanto estávamos a receber a avaliação da Teresa, olhávamos pela grande janela da sala de aula e lá fora víamos os 5 manos a brincar no parque da escola, mesmo ali, a uns metros da janela, quando num ápice já só vemos o Tiago no chão a chorar!

Bom, ainda esperamos uns segundos, aquele tipo de tempo que dá para ver se a coisa é mesmo a sério ou vai passar assim que se levantar. Os tais segundos passaram e ele continuava no chão, então foi lá o Pai Fura Bolos ver como ele estava, e eu a assistir da janela. E foi da janela que vi na cara do pai que a coisa não era bonita.

Lá fui eu em passo de gravidissima ao encontro deles que já vinham para dentro, o Tiago amparado pelo pai e pela mana Teresa.

Tornozelo a inchar, forma esquisita e dores ... sim, era coisa séria, tínhamos que ir ao hospital.

Homeopatia aqui serve-me sempre, comecei a dar-lhe os grânulos de arnica e os de aconitum intercalados e viemos para casa, era hora de almoço e há que esfriar a cabeça, pôr gelo no pé, encher o estômago, descansar, organizar onde ficam os outros filhos e depois então ir ao hospital.

Antes de sair de casa uma gotas de rescue remedy para o Tiago se sentir mais confiante e lá fomos.


Triagem super rápida, espanto das enfermeiras em como ele estava ali com o pé assim e tão calmo e sem grandes dores, chamada para a médica também em 5 minutos, depois RX (aí foi o pai Fura Bolos porque eu não podia por estar grávida), e aguardamos pela chamada para a ortopedia.


Ortopedia no Algarve tem sido um grande problema. Há dias em que mandam os doentes para Faro e já houve quem tivesse sido transferido para Lisboa, imagine-se, mas hoje ... hoje havia ortopedista de serviço depois de 4 dias sem serviço! Que sorte, ou não fossemos nós portugueses e no meio do azar temos sempre sorte!

E pronto, uma estaladela no osso e uma entorse jeitosa, gesso durante 2 semanas e depois vamos ver como está!



Muletas emprestadas de uma amiga e a sorte de ter os avós perto, que para além de terem ficado com os netos (2 em cada avó) ainda nos fizeram um belo jantar para saborearmos um final de tarde de calor.





quarta-feira, 20 de abril de 2016

Deu-me uma macacoa

Esta manhã fui assistir à exibição do filme "Os gatos não têm vertigens" por fazer parte da comissão alargada  da CPCJ da Vila do Bispo, e emocionei-me muito.
Foi fungadelas, óculos embaciados, lenços de papel, lágrimas a correr cara abaixo, não fosse o filme ser bom e eu estar grávida! Gostei muito, a sala estava cheia com os alunos do 3º ciclo da escola de Vila do Bispo e foi muito bom ver e ouvir as suas reacções ao filme.


Estamos em Abril, no mês de prevenção dos maus-tratos na infância e esta foi uma das várias iniciativas que a CPCJ local promoveu.




Chegada a casa, ainda com o nariz vermelho e os olhos um pouco inchados, o pai Fura Bolos tinha um chili com carne ligeiramente picante para o nosso almoço. Estava delicioso e comi com gosto, depois foi tempo para o nosso café da tarde,mas foi aí que me deu uma coisinha má!

Estava a meio da minha bica, que tomo todos os dias, e comecei a sentir o coração palpitar ... e acelerou e sentia cada vez mais essa aceleração. Não acabei o café, e esperei que acalmasse, mas quando nos levantamos para pagar, comecei a sentir-me tonta, com vómitos e a tremer, vá lá que tive a noção que não estava bem e voltei a sentar-me na mesa. Bebi uma água ... e esperei até ganhar coragem para sair para a rua e apanhar ar, mas tive que me sentar no degrau da porta em frente! As veias da minha mão direita estavam dilatadas e continuava a sentir a cabeça oca!

Bolas que raio de sensação. Eu costumo ter a tensão baixinha e com isso posso bem, agora quando ela decide brincar e subir de repente, dá-me a macacoa!

Quando medi a tensão, estava a 11.4 - 7.9 o que pode parecer uma boa tensão mas para mim que costumo ter 10 - 6 ou até menos é uma grande alteração.

Não sei se foi da emoção dos "gatos" de manhã, se do chili saboroso se do café, mas não passou de um susto  que me fará estar mais atenta a estas alterações. Estou com 26 semanas de gravidez e não queremos surpresas nem mais sustos.


quarta-feira, 2 de março de 2016

Será vírus será dente?

Coisa séria não será certamente!

O Zé hoje teve febre o dia todo, esteve molinho e vomitou uma vez, e logo hoje que eu tinha compromissos.
De manhã ficou com a avó para eu ir dar uma palestra, depois passou para o colo do pai enquanto eu não chegava, de tarde teve o meu colo e depois quando foi preciso eu sair e o pai arranjar-se para o trabalho passou para os braços protetores do mano mais velho.

Quando cheguei a casa e vi isto, não resisti, apesar de doentinho o quadro era muito bonito.







quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Toca o telemóvel e é da escola!



Quem é mãe ou pai sabe o que isto provoca no nosso coração! E sim, era outro filho em apuros!
Sendo que ainda temos o Tiago e o Zé de "baixa" , eis que o João a brincar às lutas, claro!, cai na relva e magoa-se, no pescoço!


Accionamos o seguro escolar, mas logo percebi que não ia servir para nada, porque a nossa opção foi marcar uma consulta amanhã na osteopata onde costumamos ir e as medicinas alternativas ainda não são "reconhecidas" (apesar dos bons resultados). Não deixo de ficar indignada por saber que quem recorre ao hospital, 30 mil sessões de fisioterapia e um monte de medicamentos tem tudo pago e quem opta por algo mais natural (e que no final das contas até fica mais barato) tem que pagar tudo do seu bolso. É o país que temos, ainda MUITO atrás do resto da Europa, também neste aspecto.

Agora temos o João de cabeça ao lado porque não consegue endireitar o pescoço, o Tiago deitado com tosse e o Zé já com mais energia mas ainda ranhoso. É que nem vou dizer mais nada!!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Afinal o bicho ainda cá anda!

Tadinhos do Zé e do Tiago, depois de um fim de semana com febres altas, uma segunda feira aparentemente calma e hoje voltaram a estar os dois em baixo de forma.

Se no fim de semana nos parecia um quadro de uma virose daquelas manhosas, hoje parece mais uma valente gripe.
O Zé tem os olhitos inchados e chorosos, o pingo sempre no nariz e muitos espirros.
O Tiago dói-lhe a cabeça e está vermelho que nem um pimento. Esta manhã ainda foi à escola mas ao fim do primeiro tempo ligou a pedir para o irmos buscar, estava sem forças no corpo e tonto. Chegou a casa e esteve deitado das 11h até às 21h, hora a que se levantou do sofá e foi para a cama! Durante todo este tempo só bebeu água e um copo de sumo de laranja.

Já o Zé espirra, o nariz pinga, mas o apetite não falta, para além de pedir mama a toda a hora tem comido bem na mesma, valha-nos isso!

E pronto, o Inverno ainda não tinha chegado bem a nossa casa, e agora que o frio apertou parece que decidiu fazer das suas!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Saturday night fever

Dói - me o rabo de estar sentada.
Estou sentada há 2 horas e meia, no colchão do chão da sala, aquele onde o Zé brinca, e não me posso mexer. O Zé, com a febre a ir e a voltar, deitado em cima de mim, acusa qualquer movimento meu para além do pestanejar. 
O portátil onde estava a ver TV entrou em modo screen saver e não lhe consigo chegar. 
Na lareira lá ao fundo vejo o fogo a perder força, quase já não há chama, e a lenha mesmo ali ao lado. 
O silêncio invadiu a sala, é apenas quebrado pelos delírios febris do Tiago que dorme no sofá à minha frente, com o alguidar no chão à espera do próximo vómito. 

Como se não chegasse,  a vontade de fazer xixi começa a apertar, lembram-se, estou grávida e as grávidas fazem muito xixi

Como é possível pensar que não há emoção num sábado à noite de uma mãe. Literalmente Saturday Night Fever! 

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Um pulso partido!

"Calma!

Ninguém está doente cá em casa,felizmente!"

Isto escrevi eu ontem, e hoje já não é verdade!

Estava do lado de fora do portão da escola quando ouvi um grito de dor, um choro intenso, o desespero. Era sem dúvida o meu João.

Ali vinha ele, de braço direito a segurar o braço esquerdo e a dizer entre soluços que não conseguiu mexer a mão, já se está mesmo a ver o que eu pensei!

No meio da correria, foi dizer à avó Guida que ficasse lá com os outros 2 rapazes, tinham lá ido lanchar, a comadre Paula que estava naquele momento na escola para ir buscar a sua Maria, levou-me as 2 meninas, o pai Fura Bolos foi despachar-se para ir trabalhar e eu engoli um iogurte liquido e abalei para o hospital.

Foram uns quilómetros de choro, depois algum consolo, muitos miminhos em conversa e depois 2 horas de espera para ir à ortopedia! O rx até foi rápido ... mas e a espera depois.

Um pulso partido foi o veredicto, um gesso pesado, um drama porque agora não posso ir à escola, agora não consigo comer, como é que vou dormir! Enfim, o João no seu melhor, o drama!

E agora são 3 semanas, só 21 dias, João (tive que relativizar) e depois ficas fino de novo!

Depois foi voltar e ir recolhendo filhos até chegar a casa, eram 23h !

Pronto, é nestas alturas que eu penso que às vezes não perdia nada em estar caladinha!

(não há fotos do braço depois porque ele não quis tirar, temos tempo ...)





terça-feira, 13 de outubro de 2015

Apendicite

Calma!

Ninguém está doente cá em casa,felizmente!

Faz este mês 6 anos que escrevi este relato e que nunca publiquei aqui, mas que pode ajudar mais mamãs numa situação parecida.

Amamentar na doença é possível, desde que nos dêm condições.
 
Outubro de 2009 :

 
"Já com 3 filhotes e todos amamentados, passei agora por uma nova experiência
 
Tive uma apendicite e como o João mama em exclusivo TEVE que ficar comigo!! Não foi fácil mas consegui!! Desde que entrei na urgência fiz questão de dizer que estáva a amamentar em exclusivo e que por isso só podia tomar medicação compativel e tinham que arranjar maneira de eu poder dar mama, ou tirar leite com bomba para lhe dar! 

Na 2ª feira após o almoço fiquei com uma moinha na barriga, que eu pensava ser enfartamento. 
A moinha passou a dor, e eu tomei um medicamento para o enfartamento (compativel com a amamentação) que me foi dito na saude 24. A dor ainda piorou e fomos para o hospital por volta da meia noite. Dei com um médico que não apoiava a amamentação e logo aí entrei em desacordo com ele. Quis pôr-me soro para as dores e disse que eu não podia amamentar depois e por isso antes de colocar o medicamento fui ao carro dar mama. Já de lagrimas nos olhos liguei á Sandra, minha amiga, enfermeira e conselheira de amamentação e disse o que se passava. 
Ela ligou para o hospital (era 1 h da manhã!!) para o piso da maternidade e explicou a minha situação. Passados uns minutos uma das enfermeiras da urgencia lá me veio dizer que eu podia usar a bomba deles para tirar leite e dar.
Depois verifiquei que o soro afinal era só paracetamol e não fazia mal ao João! Lá fiquei mais animada!
 
Diagnostico dessa noite COLICA URETERAL e mandou-me para casa com antibiotico e medicamento para as dores nenhum deles compativel com a amamentação!! Nem sequer aviei a receita!! Eram 3h30 da manhã e fui para casa com as mesmas dores!! 


De manhã fui á minha médica de familia, onde está tb a minha amiga Sandra e as 2 concordaram com a minha decisão de não omar os medicamentos. A médica fez-me apalpação e disse logo que eu tinha que voltar ao hospital porque o diagnostico estava errado de certeza!!
Suspeitava de apendicite.
Assim que entrei lá, eram 14h30 mais uma vez disse logo na triagem que estava a amamentar e que TINHAM que me dar condições para isso!! E consegui. 
Fui vista por um cirurgião que disse que não tinha duvidas e que era apendicite! Pediu análises e eu falei no João que precisava mamar. Telefonou para a obstetricia, o meu marido foi para lá com o João e eu nos intervalos que tinha, lá ia por dentro do hospital, com o soro atrás a andar até ao 2º piso para dar mama e tirar leite para lhe deixar para ele ter o que beber enquanto eu era operada!! 


Fui operada ás 23h50, o João só teve que beber 60ml de LA para completar uma mamada que eu tinha deixado. Fui internada na Obstetricia (no mesmo quarto em que estive quando o João nasceu).
Subi ao quarto ás 2h da manhã, estáva lá o meu marido e o João. As enfermeiras deixaram o meu marido ficar lá até ás 7h porque o quarto não tinha mais ninguém. 
Estivemos internados 2 noites, na 2ª noite o meu marido já não esteve lá, mas sempre que eu precisava de ajuda as enfermeiras ou auxiliares vinham e pegavam no João e punham-no á mama.


Senti-me apoiada por todo o pessoal do hospital (tirando o 1º médico) na minha decisão de amamentar o João mesmo estando assim doente. Ainda fui de vez em quando olhada assim com estranheza, do tipo, ah é aquela que tá a dar mama!!
 
Não foi fácil, sem comer só com soro, cheia de fome e a produzir leite e dar de mamar... já podem imaginar!! Mas eu aguentei-me pelo João e com orgulho do que estáva a fazer.

Agora estou em casa, sem poder pegar nos meus meninos ao colo mas pelo menos estou com eles!! 
 
Fica aqui o testemunho para provar que é possivel! E sinto que abri mais uma porta naquele hospital. O CHBA tem a certificação de Hospital amigo dos bebés mas as urgencias... sabemos que é diferente, mas pode ser que se houver mais mamãs como eu, que as coisas mudem."


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Jardinagem pesada!

Uma coisa é um canteirinho, uma plantinha aqui, uma flozinha acolá, outra coisa é isto! 


O nosso quintal estava transformado numa selva. Por falta de tempo, por falta de interesse, por falta de qualquer coisa que não sei o quê, o que é certo é que agora a única jardinagem que dava para fazer era mesmo da pesada! Vá lá que não tivemos que chamar nenhuma máquina especializada, mas imaginem que para cortar este "pequeno" arbusto o pai Fura Bolos teve que entrar de moto serra! 


Os miúdos empenharam-se bastante, o Zé deu apoio moral, o pior foi o fim do dia. O cansaço já estava instalado e em vinte minutos tudo podia ter corrido muito mal.

O João sem querer deu com o ancinho (dos grandes) na testa da Teresa.
Ouviu-se um grito na casa toda, sangue. Quando consegui limpar deu para ver que não era preciso pontos ou assim e um pequeno penso resolveu a questão.
A Teresa quis ainda voltar para o quintal e continuar.
Dois minutos depois oiço novo grito, desta vez vou a correr e vejo o João correr na minha direcção a chorar e gritar, agarrado à testa, nisto escorrega num plástico molhado cai, chora mais, levanta-se e grita:

- Fui picado pui uma avespa!!! Eiam duas, eu vi, e uma picou-me. - Isto aos gritos. (quando fala à pressa ainda não diz as letras todas)

Bom, todos para dentro, gelo na testa do João, arnica para a Teresa, e fila para o banho!

Achei que para um Domingo já era suficiente!


A Teresa não quis tirar foto, já o João esta manhã quis levar a sua t-shirt de ardósia exibindo orgulhosamente esta mensagem. Ah e com o desenho da "avespa" morta! 


 Hoje com a casa mais calma, o Tiago e o pai Fura Bolos continuaram. Ora dás tu ora dou eu, e esta raiz está quase arrancada.


Para conseguir manter este quintal limpo, tem mesmo que ser com plantas amigas, que não cresçam muito e não ocupem muito espaço. Por agora ficou o limoeiro, que passa o ano carregado, a tangerineira que tem anos que carrega outros não, e umas quantas plantas ornamentais que estão a ser avaliadas. 

Ainda falta algum trabalho, muito mesmo, mas pelo menos já se consegue circular e ver algum jeito nisto! Queremos muito poder aproveitar o quintal este Verão. 



quinta-feira, 9 de julho de 2015

A perna da Teresa

A Teresa é uma miúda muito divertida, alegre, curiosa, feminina, pica miolos, engraçada, enérgica, a Teresa é uma miúda. 

Na sexta feira passada, em brincadeiras normais, subiu a um escorrega mas depois decidiu saltar pelo lado, resultado ficou presa e pendurada por uma perna. 
Eu não estava presente, quem a tirou de lá foi o mano Tiago,  ela chorou, foi consolada por uma senhora amiga que lhe pôs gelo no pé e quando chegamos perto dela já só estava com carinha triste, queixosa mas mais nada. 

Passaram 3 ou 4 dias e a dor ficou pior, à vista não há inchaço nem hematoma mas ela custava a andar.  Decidi levá-la à osteopata por sugestão de uma amiga que é massagista. 

A Teresa é uma miúda, e este ano, o ano dos seus 7 anos foi marcado por algumas questões relacionadas com a sua vida de alegre miúda de 7 anos. Falei aqui algumas vezes na questão do bullying que sofreu e esta pancada foi uma pancada no seu lado feminino, uma pancada libertadora, uma pancada que ela tinha que dar, agora!  
Ficou a um bocadinho de partir a perna,  estalou só o verniz, e nós mulheres sabemos o quanto é libertador estalar o verniz de vez em quando. 

Agora vai descansar a perna e a mente, fazer gelo, tomar arnica e esperar que o seu corpo de miúda de 7 anos faça o que tem a fazer para se reestabelecer

Eu cá estou, Teresa, como mãe, amiga e mulher para te ver dar pancadas e crescer com elas!

E a unha do pé de verde água, sempre na crista da onda,  a Teresa! 






quarta-feira, 1 de julho de 2015

Uma "ite" nova

Temos a sorte de não conhecer cá em casa muitas das "ites" comuns da infância.

Com 5 filhos não seria de estranhar que elas andassem por aí, mas tirando a gastroentrite anual que normalmente ataca todos de seguida (nós adultos incluídos) e serve de limpeza e uma ou outra otite leve e passageira, as outras têm passado ao lado. 

Acredito que seja pelo modo de vida que temos, que está longe de ser exemplo ou perfeito, mas que é o ideal para a nossa família, pela alimentação que fazemos, que também não tem nada de perfeita mas é variada, pela oportunidade de estarem muito na rua e em contacto com a natureza e muito pela bagagem genética que trazem com eles. Ah ia-me esquecendo da amamentação, disso não tenho dúvidas, faz toda a diferença. 

A Julieta queixou-se de dor de barriga e vomitou, no sábado. À noite fez febre, e pensámos, aí vem a virose do costume. De manhã estava fina mas com a tarde chegou mais um vómito, febre e muita dor na barriga. O instinto de mãe (e pai) tem destas coisas e olhando para a Julieta e para o cenário de sintomas, ou falta deles, meti-a no carro e fui às urgências, coisa que nós só fazemos mesmo quando o nosso instinto manda.

Lá chegada,  quando o médico me perguntou: 
- E só vomitou 1 ou 2 vezes e acha isso preocupante?
Pensei para mim, realmente isso não é nada mas ... 
- Sabe senhor doutor, a Julieta é muito alegre e valente e eu olho para ela e vejo-a doente, não é normal. (sim porque se fosse a virose haveria muito mais vómitos, dores e febres e isso não me levaria ao hospital) 

Assim que a Julieta abre a boca o médico diz:
- Aqui está a razão dela estar assim - e mostra-me as grandes, vermelhas e inchadas amígdalas da Julieta! Uma novidade para nós cá em casa. 

O resto da consulta foi o senhor doutor a passar o antibiótico e eu a dizer que ela nunca tomou nenhum, que tinha sido amamentada até aos 2 anos, só foi para o infantário aos 3 e que aos 4 seria a primeira vez, mas se tivesse que ser seria. 

Não parei na farmácia de serviço, vim antes para casa decidida a evitar o antibiótico e a dar tempo e oportunidade ao corpo da Julieta para combater este bicharoco. Pensei dar-lhe dois dias para reagir, se não acontecesse passaríamos então ao plano B, antibiótico. 

Homeopatia, geoterapia, descanso, mimos e confiança. Alguma febre alta para "queimar" o bicho e hoje, passados 4 dias a Julieta já não fez febre, esteve bem e as amígdalas estão praticamente do tamanho normal. 

Tempo, confiança, oportunidade, cada vez mais vejo que se trata disto. 

O livro "Guia de Remédios Naturais para Crianças" é já uma ferramenta indispensável cá em casa, tem sido o nosso grande amigo nesta viagem de transformação, de passagem do químico para o natural e juntos temos conseguido alcançar os objectivos. 




terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Teresa, a valente

E pode-se afirmar que sim, a Teresa é uma valente.
Verdade que não temos tido muitas situações que envolvam médicos, picadas, enfermeiros ... felizmente, mas as que temos tido têm sido daquelas do arco da velha!

A Teresa já teve um carrapato enfiado na pele, já teve um panaricio, já levou um ponto e hoje foi isto! Um brinco engolido pela orelha .

Há umas semanas as miúdas furaram as orelhas! Não houve lágrimas, não houve infecções, não houve brincos colados, tudo correu lindamente. Entretanto no dia em que se completavam as 6 semanas do prazo indicado para se poder mudar de brincos, as duas quiseram mudar, claro está, para uns brincos mais giros do que as simples bolinhas com que furaram.
Comprei uns brincos com umas joaninhas, feitos em fimo, nada de especial mas foi o que consegui comprar aqui na zona, isto já com a promessa de que iríamos um dia comprar uns mais giros e brilhantes.
As ditas joaninhas começaram a encalhar nas roupas, nos cabelos e uma a uma foram caíndo e perderam-se. A Julieta andou uns dias sem nada e os buracos já estavam a querer fechar e para não acontecer o mesmo à Teresa lembrei-me de colocar-lhe a bolinha com que furou, mas de tão pequenina que era e eu apertei de mais, ela foi literalmente engolida para dentro do buraco e nós só reparamos já o buraco tinha quase fechado na frente com a bolinha lá dentro!
Sim eu sei que passaram alguns dias e eu podia ter reparado mais cedo mas são 5 pares de orelhas sem contar com as minhas e as do pai Fura Bolos, é muita orelha para uma mãe controlar e vigiar todos os dias!

Montei então uma operação para tentar tirar a bolinha, gelo para anestesiar, álcool para desinfectar, compressas para limpar, mas a bolinha  pela frente já não saia e por trás ... parecia não querer sair.
E agora? O sangue frio da Mãe de Todos não foi suficiente para tirar a bolinha só com as mãos e um cubo de gelo, a solução foi ir ter com a amiga enfermeira Sandra!

E a Teresa foi uma valente. Sem anestesia, apenas com uma pomadinha que dá um pouco o efeito de dormência, sentada ao meu colo e abraçada à Sandra, a Teresa deixou que uma doutora lhe tirasse a bolinha com a ajuda de um bisturi!
Ah VALENTE! Nem um AI se ouviu, um pequeníssimo corte e a bolinha lá saiu!

Agora já dorme com os seus brincos novos postos, uns mochinhos de olhos grandes e espero que isto lhe sirva para que daqui a uns anos não queira entrar na moda dos piercings!

Pronto, esta já passou, o que se segue?

domingo, 16 de outubro de 2011

Uma senhora que entra sem ser convidada.

Visitas indesejadas.

Como é normal as senhoras donas Viroses (sim que trato-as com respeito) aparecem quando menos se espera, ou melhor quando já estamos à espera porque  A B ou C já teve ou está com ela agora e por isso podemos prever que vai andando e chega cá.

Há dias chegou ao Tiago, passou.
Na quinta-feira mandou a Mãe de todos à cama, passou-lhe tal rasteira que não havia maneira de estar de pé.
Na mesma quinta-feira piscou o olho à Teresa e fe-la vomitar uma vez, em pleno Museu de Lagos, e ficamos sem saber se era da senhora Virose ou das voltas que o autocarro da escolinha deu para lá chegar.
A pequenita Julieta vomitou  2 vezes nesse mesmo dia, mas como tem a sorte de estar a ser amamentada, e como tudo o que a Mãe de todos combate a pequenina ganha em anti corpos, a Mãe de todos lá ficou fraquinha, mas produziu leitinho suficiente para proteger a sua cria mais nova.
O Pai Fura bolos anda embrulhado, termo utilizado para definir o mal estar de estômago e cabeça que a senhora Virose provoca, mas não que não quisesse, mas porque não consegue, não chegou a vomitar.


E quando tudo fazia prever que o João, o matulão tinha trocado as voltas à Dona Virose, não é que ela apanhou-o desprevenido e ele não teve tempo de reagir. Tadinho, ficou branco, amarelo, sem expressão, fraco, sem força nas pernas, sem beber, sem comer e só a vomitar, e depois de todas as tentativas caseiras para ele arrebitar falharem, lá tivemos que ir ao hospital com toda a logística que isso implica.
A Mãe de todos foi com o pequenote e por lá ficámos, toda a noite. O João foi internado porque estava desidratado.



Ele teve direito a uma caminha, a Mãe de todos ficou-se por uma poltrona e um lençol. Havia mais um menino no quarto e a sua mãe, por sinal também mãe de 4 filhos, lá estava bem deitada na sua poltrona (tinha um edredon dela e tudo) mas a Mãe de todos por desconhecer estes ambientes, ignorância que não me importava de continuar a ter, ficou sentada, toda a noite, sentada e a pensar que talvez a sua poltrona fosse diferente ou estivesse avariada... Mas com a chegada da manhã, as ideias ficaram mais claras e afinal foi falta de jeito e força na alavanca... e tal como a outra mãe eu poderia perfeitamente ter dormido deitada.
Mas equipamentos à parte.

O João dormiu calmamente enquanto a Mãe de todos sentada na sua poltrona o vigiava e pensava nele mas também nos outros 3 que deixara em casa. Como seria a Julieta uma noite inteira sem a mãe e sem a mama? E mais pensava mais leitinho sentia a produzir, e o coração da Mãe de todos fica sempre mais apertadinho com estes pensamentos.



O almoço foi um verdadeiro teste a um estômago que estava fraco, se comeu e não vomitou, então estava curado! Devo dizer que normalmente acho a comida do CHBA boa, mas hoje estiveram em dia não.

O João dormiu bem, tomou o pequeno almoço, brincou muito, almoçou e ao inicio da tarde teve alta.





E no caminho de casa ao olhar pelo espelho e vê-lo a dormir tão calmamente, apesar de muito cansada, estava mais descansada.

PS. A agradecer a todo o pessoal da urgência pediátrica do CHBA, senti-me acarinhada por todos e mais ainda senti que trataram muito bem do meu menino.