Foi assim que recebi o ficheiro!
CUSTÓDIOS ... vindo da nossa querida amiga Joana Espinal e só posso dizer:
Estamos lindos lindos, os CUSTÓDIOS!
Adoro cada pormenor, é de quem nos conhece bem, de quem conhece cada um dos nossos filhos muito bem, de quem tem sensibilidade para nos desenhar assim, tal e qual como somos, com cara de bonecos animados (que afinal de contas é o que parecemos por vezes).
Adoro o babywearing, usamos todos os dias e a Joana sabe tão bem disso!
Como não há palavras para agradecer, deixo aqui a foso para todos verem, o resto irás receber em forma de abraço de coração aberto!
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domingo, 23 de setembro de 2018
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
"Leva-me contigo" - colo para todos os bebés
Há umas semanas a Mónica da Leva-me contigo enviou-me uma mochila para experimentarmos com o Zé. Sim porque os bebés grandes, ou já pouco bebés, também gostam de colo ou também pedem colo quando menos esperamos e é sempre bom ter uma opção para os carregar confortavelmente.
Nós experimentámos e gostamos. A mochila é muito fácil de usar, tanto à frente como atrás, é macia e muito confortável para quem carrega e para o bebé.
O Zé tem quase 3 anos e meio e pesa 16kg.
Aqui no fim de um almoço num restaurante, o Zé cansado e com sono e o colinho tão bom.
Num passeio à Fortaleza de Sagres o pai Fura Bolos pôde andar com o Zé às costas em segurança e sem ter os braços ocupados.
Seja um passeio grande, uma ida ao supermercado ou um simples colinho por uns minutos, esta mochila pode ser a solução para o bebé grande aí de casa.
Porque até os bebés grandes gostam de colo!
Este e outros modelos na loja Leva-me contigo
Nós experimentámos e gostamos. A mochila é muito fácil de usar, tanto à frente como atrás, é macia e muito confortável para quem carrega e para o bebé.
O Zé tem quase 3 anos e meio e pesa 16kg.
Aqui no fim de um almoço num restaurante, o Zé cansado e com sono e o colinho tão bom.
Num passeio à Fortaleza de Sagres o pai Fura Bolos pôde andar com o Zé às costas em segurança e sem ter os braços ocupados.
Porque até os bebés grandes gostam de colo!
Este e outros modelos na loja Leva-me contigo
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
6 numa foto só!
Quando a Rosita nasceu, bem que lhes pedi para tirar a foto da praxe, eu e os filhotes todos ... mas não quiseram! Fiquei com pena mas respeitei.
E para quem quer saber mais de babywearing, aqui está o Tiago (quase quase 13 anos) a carregar a sua mana de 1 ano (acabadinhos de fazer) na mochila ergonómica Manduca. Ele colocou sozinho, ainda vai continuar a achar complicado?
Tenho desde então, durante este ano, tentado tirar uma foto nossa, de todos, os 8 e ainda não consegui, mas vou conseguindo de vez em quando umas assim dos 6!
O Tiago quis carregar a Rosita na mochila entre a casa de uma avó e outra e eu por graça disse:
- Olha que giro, subam lá aí o muro para uma foto (tudo o que meta muros, trepar, saltar e por aí fora interessa-lhes!)
E cá está ela, a foto. Não está perfeita, havia pouca luz, o tablet é fraquinho e nem todos estão a olhar, o João ficou tremido, mas é a foto possível e será mais uma para recordar daqui a uns anos!
P.S. Gosto do cenário e do tipo "miúdos do Verão Azul", lembram-se?
E para quem quer saber mais de babywearing, aqui está o Tiago (quase quase 13 anos) a carregar a sua mana de 1 ano (acabadinhos de fazer) na mochila ergonómica Manduca. Ele colocou sozinho, ainda vai continuar a achar complicado?
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Babywearing e água
Verão implica água, banhos, chapinhanços, salpicos, brincadeiras à beira mar ou piscina e com um bebé de colo podemos ter alguma dificuldade.
Para continuar nestas brincadeiras, com os outros filhos, mas também proporcionar novas experiências à Rosita este ano tenho comigo um sling de argolas de água.
A combinação perfeita de babywearing com água. É de um material de secagem rápida, não é quente e é confortável para mim e para a Rosa.
Não dá para nadar 10 piscinas em bruços ou crawl, porque eu nem sei nadar esses estilos, mas principalmente porque não serve para isso.
Serve sim para brincar à beira mar ou piscina e ainda assim ter o bebé junto a nós, ao colo, mas com as mãos livres.
Serve para ir do carro à praia e para a saída também, mesmo que o bebé esteja molhado não faz mal.
Serve para ter as mãos livres para carregar o saco de praia ou dar a mão a outro filho.
Basicamente junta todas as vantagens do babywearing com o prazer da brincadeira à beira mar.
Post em parceria com a loja Até à Lua onde pode comprar o Sling de água.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Arqueologia em Vale de Boi
É já um ritual anual, a nossa peregrinação ao serro onde estão as escavações arqueológicas de Vale de Boi.
Ainda não havia o Dia Aberto e nós já lá íamos todos os anos, agora com esta abertura ao público ainda melhor. A equipe do professor Nuno Bicho já nos conhece, e já consegue ver as diferenças nos nossos miúdos, de ano para ano! Estão crescidos ... e são mais! (começamos a lá ir tínhamos ainda só o Tiago e a Teresa!)
O ano passado falhamos neste ritual porque eu estava muito grávida, mas este ano lá fomos, numa tarde bem quente, ver como estavam a correr os trabalhos.
Os miúdos gostam da parte de descobrir ossinhos e pedrinhas na terra com as peneiras, e foi isso que fizeram nesta visita, até a Rosita pôs a mão na terra (e terra na boca, claro)!
A descoberta de uma pedra que servia como faca para cortar ossos mais duros.
A Rosita a fazer o que melhor sabe onde e quando lhe apetece!
Ainda não havia o Dia Aberto e nós já lá íamos todos os anos, agora com esta abertura ao público ainda melhor. A equipe do professor Nuno Bicho já nos conhece, e já consegue ver as diferenças nos nossos miúdos, de ano para ano! Estão crescidos ... e são mais! (começamos a lá ir tínhamos ainda só o Tiago e a Teresa!)
O ano passado falhamos neste ritual porque eu estava muito grávida, mas este ano lá fomos, numa tarde bem quente, ver como estavam a correr os trabalhos.
Os miúdos gostam da parte de descobrir ossinhos e pedrinhas na terra com as peneiras, e foi isso que fizeram nesta visita, até a Rosita pôs a mão na terra (e terra na boca, claro)!
A descoberta de uma pedra que servia como faca para cortar ossos mais duros.
A Rosita a fazer o que melhor sabe onde e quando lhe apetece!
Rosita carregada num sling de argolas fresco e confortável da Crianza Natural
sábado, 13 de maio de 2017
Para trás das costas!
Foi mesmo literalmente para trás das costas que atirei a Rosita!
Sabem quando têm um bebé que está perdido de sono, mesmo mesmo já a fechar os olhos, mas o cheiro não engana?
Pois isso, a Rosita estava uma manhã destas perdida de sono, já de olhos fechados, quando vi que tinha a fralda suja. Deitei-a em cima da cama e ela continuou de olhos fechados, mas claro quando comecei a trocar a fralda despertou e depois quem é que a fazia dormir! (confesso que pensei: para a próxima dormes borrada!)
Nem com mama, nem com colo, nem com embalo, então e porque tinha mesmo que trabalhar, a solução foi mete-la às costas, mas era a minha primeira vez sozinha!
Filmado dava um filme, mas consegui! Yes we can! E nem 5 minutos demorou e ela estava a dormir, até consegui a proeza de transferi-la para a cama, e sim, ficou a dormir assim, tal e qual, em cima da mochila! (adoro o ar dramático com que estava, mão na cabeça e mão ao peito!)
Fiquei tão contente e orgulhosa de mim que tirei umas fotos e enviei para a Rosa Sorribas, da Crianza Natural com quem tenho feito algumas formações, e ela entre os parabéns enviou-me também um artigo com este video muito bom! Adorei, e prometo da próxima vez fazer como no video e quem sabe até filmar, sempre quero ver a minha habilidade.
Sabem quando têm um bebé que está perdido de sono, mesmo mesmo já a fechar os olhos, mas o cheiro não engana?
Pois isso, a Rosita estava uma manhã destas perdida de sono, já de olhos fechados, quando vi que tinha a fralda suja. Deitei-a em cima da cama e ela continuou de olhos fechados, mas claro quando comecei a trocar a fralda despertou e depois quem é que a fazia dormir! (confesso que pensei: para a próxima dormes borrada!)
Nem com mama, nem com colo, nem com embalo, então e porque tinha mesmo que trabalhar, a solução foi mete-la às costas, mas era a minha primeira vez sozinha!
terça-feira, 9 de maio de 2017
Tanto colo ...
Já perdi a conta aos comentários que já ouvi sobre carregar sempre a Rosita junto a mim! Não posso dizer que sejam todos maus, mas na grande maioria o que há é uma espécie de desconfiança ou negatividade acerca deste assunto.
Esta manhã depois de beber um café, entrei em casa e tive que a deixar em cima da cama para ir à casa de banho, estava mesmo aflitinha, ok?, Ouvia-a choramingar quando me viu sair do quarto, depois silêncio, um outro chorinho do tipo resmungar e ... SILENCIO!
A sério?? A sério que um bebé que é sempre carregado ao colo é capaz de adormecer sozinho? Claro que sim, um bebé carregado é um bebé que se sente seguro e confia que há sempre um adulto a olhar por ele.
- "Ela está tão habituada a ti que depois não quer mais ninguém." - dá para ver nestas fotos e pelos sorrisos rasgados que essa "dependência" que lhe querem impor não existe. E mais que estas pessoas não são sequer do convívio diário da Rosita!
- "É que assim só quer colo e depois nem brinca nem se entretém sozinha" - sim, assim tipo isto que se vê nas fotos a seguir! Tadinha, tanto mundo para explorar e ela sempre ao colo, tipo lapa!
- "Ui , se se habitua a isso depois só dorme ao colo!" - Sim, ela ao colo dorme muito bem, mas ... dorme tão bem deitada também! E sem dramas!
Esta manhã depois de beber um café, entrei em casa e tive que a deixar em cima da cama para ir à casa de banho, estava mesmo aflitinha, ok?, Ouvia-a choramingar quando me viu sair do quarto, depois silêncio, um outro chorinho do tipo resmungar e ... SILENCIO!
A sério?? A sério que um bebé que é sempre carregado ao colo é capaz de adormecer sozinho? Claro que sim, um bebé carregado é um bebé que se sente seguro e confia que há sempre um adulto a olhar por ele.
Por isso, mamãs, papás, avós ou outros cuidadores, muito colo aos vossos bebés, carreguem-nos o mais possível, sem culpas e sem medos. Eles quanto muito só se vão habituar a ser confiantes, seguros e independentes!
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Babywearing - as perguntas e os comentários
A Rosita tem sido a minha bebé mais carregada.
De todos os filhotes, tem sido aquela com quem eu realmente faço mais babywearing, isto por necessidade e gosto, por ter mais informação mas também por trabalho.
O facto de a carregar faz com que ultimamente tenha bastantes conversas sobre babywearing com quem me aborda ou com quem nos olha com olhar curioso.
Deixo aqui as perguntas e observações mais frequentes e os meus comentários/respostas.
"Oh, isso não lhe faz mal, tantas horas assim nessa posição?" - Não, a posição em que um bebé é carregado num porta bebés ergonómico é a melhor para ele. Se repararem, um bebé assim carregado, está sentado e tem o peso suportado no rabo e nas pernas (de joelho a joelho) e não nos genitais (como nos marsupios que por aí há), ou seja não força a coluna do bebé nem magoa na zona genital.
"Queres ajuda?" - Agradeço, mas não é preciso. A ideia de carregar um bebé é dar à mãe autonomia e independência. O ideal do babywearing é poder pôr e tirar o bebé no porta bebés (seja ele qual for) sozinha. Isto deve ser ensinado à mãe que quer carregar o seu bebé, e a partir daí se for preciso alguma ajuda, deve apenas ser dada por quem saiba usar e em forma de palavras e não de toque, só assim a mamã alcançará a sua autonomia.
"Também tive uma coisa dessas/parecida, mas o meu bebé não gostava" - Também já tive e passei por isso. Provavelmente não seria um porta bebés ergonómico e daí o bebé não gostar, ou então apesar de ergonómico não estaria a ser usado como deve ser. É importante experimentar vários modelos e opções e principalmente ter a ajuda de uma consultora de babywearing para aprender a usar.
(fotos nossas, a experiência dá-nos ferramentas e conhecimento para fazer melhor!)
"Assim habitua-se a só andar ao colo" - E isso é perfeito. Um bebé pequenino (e não só) precisa de colo para sobreviver. Carregado juntinho à mãe ele sente-se seguro. Pode dormir, mamar ou simplesmente desfrutar do passeio sem ter que se sentir sozinho. Para a mamã é também uma questão de liberdade, pode fazer o que tem a fazer, com as duas mãos livres e um bebé que não chora e deixa fazer tudo.
Se quer saber mais sobre este tema, pedir ajuda para usar ou experimentar, pode contactar Amamenta Algarve
De todos os filhotes, tem sido aquela com quem eu realmente faço mais babywearing, isto por necessidade e gosto, por ter mais informação mas também por trabalho.
O facto de a carregar faz com que ultimamente tenha bastantes conversas sobre babywearing com quem me aborda ou com quem nos olha com olhar curioso.
Deixo aqui as perguntas e observações mais frequentes e os meus comentários/respostas.
"Oh, isso não lhe faz mal, tantas horas assim nessa posição?" - Não, a posição em que um bebé é carregado num porta bebés ergonómico é a melhor para ele. Se repararem, um bebé assim carregado, está sentado e tem o peso suportado no rabo e nas pernas (de joelho a joelho) e não nos genitais (como nos marsupios que por aí há), ou seja não força a coluna do bebé nem magoa na zona genital.
"Queres ajuda?" - Agradeço, mas não é preciso. A ideia de carregar um bebé é dar à mãe autonomia e independência. O ideal do babywearing é poder pôr e tirar o bebé no porta bebés (seja ele qual for) sozinha. Isto deve ser ensinado à mãe que quer carregar o seu bebé, e a partir daí se for preciso alguma ajuda, deve apenas ser dada por quem saiba usar e em forma de palavras e não de toque, só assim a mamã alcançará a sua autonomia.
"Também tive uma coisa dessas/parecida, mas o meu bebé não gostava" - Também já tive e passei por isso. Provavelmente não seria um porta bebés ergonómico e daí o bebé não gostar, ou então apesar de ergonómico não estaria a ser usado como deve ser. É importante experimentar vários modelos e opções e principalmente ter a ajuda de uma consultora de babywearing para aprender a usar.
(fotos nossas, a experiência dá-nos ferramentas e conhecimento para fazer melhor!)
"Assim habitua-se a só andar ao colo" - E isso é perfeito. Um bebé pequenino (e não só) precisa de colo para sobreviver. Carregado juntinho à mãe ele sente-se seguro. Pode dormir, mamar ou simplesmente desfrutar do passeio sem ter que se sentir sozinho. Para a mamã é também uma questão de liberdade, pode fazer o que tem a fazer, com as duas mãos livres e um bebé que não chora e deixa fazer tudo.
Se quer saber mais sobre este tema, pedir ajuda para usar ou experimentar, pode contactar Amamenta Algarve
terça-feira, 14 de março de 2017
Viajar, mesmo com uma bebé
Este será o primeiro de alguns posts sobre viagens longas de transportes públicos mesmo com bebés pequeninos.
A Rosita tem agora 7 meses e é uma bebé carregada, ou seja, uso porta bebés ergonómicos para a transportar sempre junto a mim e ter as mãos livres.
Nesta viagem usei um mei tai, um porta bebés muito prático e fácil de usar, um misto entre um pano e uma mochila. Não tem fivelas mas também não é tudo amarração. Eu gosto e acho-o muito simples e fácil de pôr e tirar.
A viagem de Lagos a Lisboa passa por comboio regional, uma mudança de comboio para o inter-cidades, metro e uns quarteirões a pé, tudo isto com uma mochila às costas e uma bebé no mei tai.
Não há escadas que me intimidem ou me façam ter que procurar um elevador, coisa que aconteceria com um carrinho de bebé. Não há ovinho a atrapalhar no corredor do comboio, não há carrinho a trepidar na calçada ou a encalhar nas portas do metro.
Sim, já fiz viagens com bebé e carrinho, noutros tempos, por exemplo uma ida à Holanda onde o carrinho se tornou um transtorno pois muitas estações de metro e comboio não tinham mesmo elevador ... e nem escadas rolantes... imaginem se estivesse sozinha?
Por ter passado por essas experiências, posso agora comparar na primeira pessoa as duas situações, e sem dúvida que ganha o bebé carregado!
Dormir no comboio é possível e seguro, assim!
Andar de metro e poder segurar-se sem problemas, é possível assim!
Trabalhar no computador é canja, assim!
Ficam a faltar umas fotos a comer e a passear, mas para a semana há mais!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Fuminhos e muito babywearing!
Este tempo é o que é, estamos em Fevereiro, no tempo das amendoeiras em flor e das constipações!
Cá em casa não podia deixar de ser diferente, tosses, ranhos, algumas febres, pés descalços na tijoleira (alguém lhe explica que é meio caminho andado para ficar doente?), casacos ( ou não, também precisam de umas explicações sobre agasalhos) e até não me posso queixar porque tem andado tudo mais ou menos calmo neste campo.
Mas a nossa Rosita não se aguentou, e do ranho passou à tosse e da tosse a muita expectoração e da expectoração à bronquiolite!
Foi ontem à noite quando ela acordou aflita a tossir e com nítida falta de ar, que eu me vesti à pressa, vesti-a e em 25 minutos estava a sair de casa, numa noite tão fria, mas a seguir o meu instinto de mãe.
O hospital não fica perto, está cheio de bactérias e outras coisas más, a noite estava fria, a lareira estava acesa, mas pesando tudo na balança, o meu coração de mãe (e o pai Fura Bolos também) ditou que saísse de casa e fosse com a Rosita ao hospital.
Viagem tranquila, estacionei, meti a Rosita no mei tai, mochila às costas, mantinha a cobri-la e lá fomos. Simples!
Uma espera de 2 horas, sim, leram bem 2 horas de espera para uma bebé de 6 meses, em que eu dormi e ela também, viva o babywearing, e depois o veredito. A dra não teve dúvidas assim que a viu e ouviu, uma bronquiolite.
Na sala de tratamentos fomos fazer os fuminhos, o aerossol, e a Rosita não gostou de ser acordada para isso, mas nada que o voltar para o pano não resolve-se! Tanto enfermeira como doutora admiraram o prático que era.
Foi uma noite longa, cheguei a casa quase às 4 da manhã e com uma prática enorme em atar e desatar o mei tai com 1 ou duas mãos, mas tenho a certeza, que se eu não carregasse a minha Rosita tinha sido mais difícil (aqui falo com conhecimento de causa, em tempos idos também já carreguei com ovinho ou carrinho para as urgências, a minha mala e a mala do bebé ... não dá jeito nenhum, afirmo!)
Agora em casa continuamos, muitos fuminhos e mais babywearing ainda pois só assim ela fica sossegadinha e descansa.
Agasalhem-se bem, e se puderem, carreguem os vossos bebés!
Cá em casa não podia deixar de ser diferente, tosses, ranhos, algumas febres, pés descalços na tijoleira (alguém lhe explica que é meio caminho andado para ficar doente?), casacos ( ou não, também precisam de umas explicações sobre agasalhos) e até não me posso queixar porque tem andado tudo mais ou menos calmo neste campo.
Mas a nossa Rosita não se aguentou, e do ranho passou à tosse e da tosse a muita expectoração e da expectoração à bronquiolite!
Foi ontem à noite quando ela acordou aflita a tossir e com nítida falta de ar, que eu me vesti à pressa, vesti-a e em 25 minutos estava a sair de casa, numa noite tão fria, mas a seguir o meu instinto de mãe.
O hospital não fica perto, está cheio de bactérias e outras coisas más, a noite estava fria, a lareira estava acesa, mas pesando tudo na balança, o meu coração de mãe (e o pai Fura Bolos também) ditou que saísse de casa e fosse com a Rosita ao hospital.
Viagem tranquila, estacionei, meti a Rosita no mei tai, mochila às costas, mantinha a cobri-la e lá fomos. Simples!
Uma espera de 2 horas, sim, leram bem 2 horas de espera para uma bebé de 6 meses, em que eu dormi e ela também, viva o babywearing, e depois o veredito. A dra não teve dúvidas assim que a viu e ouviu, uma bronquiolite.
Na sala de tratamentos fomos fazer os fuminhos, o aerossol, e a Rosita não gostou de ser acordada para isso, mas nada que o voltar para o pano não resolve-se! Tanto enfermeira como doutora admiraram o prático que era.
Foi uma noite longa, cheguei a casa quase às 4 da manhã e com uma prática enorme em atar e desatar o mei tai com 1 ou duas mãos, mas tenho a certeza, que se eu não carregasse a minha Rosita tinha sido mais difícil (aqui falo com conhecimento de causa, em tempos idos também já carreguei com ovinho ou carrinho para as urgências, a minha mala e a mala do bebé ... não dá jeito nenhum, afirmo!)
Agora em casa continuamos, muitos fuminhos e mais babywearing ainda pois só assim ela fica sossegadinha e descansa.
Agasalhem-se bem, e se puderem, carreguem os vossos bebés!
domingo, 15 de janeiro de 2017
Só dá para babar!
Quando a mais nova está cheia de sono e quer colo e o mais velho está disponível.
Sim, adormeceu, em 5 minutos!
(Tiago 12 anos e 5 meses, Rosita 5 meses!)
Sim, adormeceu, em 5 minutos!
(Tiago 12 anos e 5 meses, Rosita 5 meses!)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Consultora de babywearing
Porque esta coisa de carregar os filhotes ao colo é muito bom, faz muito bem, é divertido, é natural, faz parte da maternidade, não é uma moda e ainda por cima pode ser a "salvação" das mamãs no pós parto, fui aprender mais sobre o assunto.
Eu gosto de os carregar, já o faço há anos, em diferentes idades, com diferentes equipamentos, e gosto de passar a minha experiência às mamãs que acompanho como conselheira em aleitamento materno, para isso estar informada e actualizada é essencial.
O curso de consultora de babywearing da Crianza Natural apareceu na altura certa e eu não tive como não o fazer. De mala feita, com a Rosita no pano e com a minha comadre/amiga/doula/colega Maria como companheira de viagem, lá fomos até Lisboa.
Foi muito bom, informação da boa, passada com muita clareza e tempo para experimentar e testar. A Rosita umas vezes serviu de boneca noutras dormiu, enfim, esteve como só ela sabe estar, perfeita.
Agora a Amamenta Algarve tem ainda mais ferramentas para ajudar mamãs e bebés.
Eu gosto de os carregar, já o faço há anos, em diferentes idades, com diferentes equipamentos, e gosto de passar a minha experiência às mamãs que acompanho como conselheira em aleitamento materno, para isso estar informada e actualizada é essencial.
O curso de consultora de babywearing da Crianza Natural apareceu na altura certa e eu não tive como não o fazer. De mala feita, com a Rosita no pano e com a minha comadre/amiga/doula/colega Maria como companheira de viagem, lá fomos até Lisboa.
Foi muito bom, informação da boa, passada com muita clareza e tempo para experimentar e testar. A Rosita umas vezes serviu de boneca noutras dormiu, enfim, esteve como só ela sabe estar, perfeita.
Agora a Amamenta Algarve tem ainda mais ferramentas para ajudar mamãs e bebés.
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