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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

A Tuga não voa!

E lá foi a Rosita de caixa na mão até á creche.
A tarefa era simples, mostrar aos amiguinhos que as tartarugas nan voam!!
No dia anterior tinha surgido essa dúvida entre os meninos, então a educadora pediu se a Rosita podia levar a nossa tartaruga a passar o dia na escolinha.

Muito ciente da sua tarefa, lá foi a Rosa passo certo, confiante e sorriso na cara.






Ao fim do dia, tarefa cumprida, todos perceberam que afinal tartarugas não voam!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Festas de Natal II

Hoje foi o dia da festa da Rosita, na creche.

Lá estava ela com a sua camisola ver a dançar (mais ou menos e de vez em quando) o Pinheirinho Pinheirinho!

Muitos sorrisos, muito trabalho que se vê com os pequeninos, muito carinho. Uma festa muito muito gira com muitos pormenores que fazem a diferença.

Obrigada a todas as profissionais da creche onde tão bem cuidam da nossa Rosita!







quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Os rituais são importantes

No primeiro dia de aulas a semana passada, postei uma foto da nossa linda Rosita com uma carinha triste triste de dar dó.

A semana foi toda pautada por choro ao ir para a creche mas felizmente muitos sorrisos, brincadeiras e actividades durante o dia e depois no regresso a casa, o que me deu força para aguentar o meu coração a cada dia que a deixava assim.

Esta semana na segunda feira repetiu-se o mesmo cenário, mas desde ontem tudo mudou, e o que é que mudou?

A Rosita é sempre a ultima a ser deixada na escola. Antes dela os manos Tiago e Teresa saem de casa sozinhos, depois vou levar o João, a Julieta e o Zé à escola e a Rosa vai comigo e era aqui que começava o chorinho, até à creche. Ontem a Rosa no meio do beicinho disse "queio um fafé, mamos ao fafé" E eu percebi a mensagem.
Durante as férias todos os dias íamos ao café de manhã e ela sabe que eu continuo a fazer isso, e quer fazer parte, e assim foi.

Fomos ao café sempre conversando da escolinha, dos meninos que estavam à espera dela, da educadora e de que eu ia busca-la à tarde, bebemos o café (só leite para a Rosa) e a seguir ao deixa-la na escola UAU. Nada de choro, sorridente e confiante passou para o colo da educadora e ainda me fez adeus.

Hoje nem pensei duas vezes, e assim será sempre que puder. É o nosso tempo, é o tempo dela de filha única e assim para mim também é bem mais fácil emocionalmente.


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Mais uma fase nova!

Nós bem que fazemos planos, e eu até acho que planear faz sentido, mas depois a vida dá-nos motivos ou oportunidades de mudarmos tudo em 20 minutos!

Foi o que aconteceu com o nosso plano "Ida da Rosita para a creche". O plano inicial, desde que ela nasceu, era que ficava por casa connosco até ter 2 anos, e depois nesse Setembro entraria para a creche até fazer os 3 anos, altura em que passaria para a pré primária.

Até parecia um plano perfeito ... até tocar o telefone e do outro lado dizerem que havia uma vaga na creche e que a Rosita era a primeira da lista para entrar!

E foi assim que em 20 minutos pensámos, refizemos o plano e aceitamos a vaga. A Rosita terá assim a oportunidade de fazer uma adaptação muito tranquila, sem pressas, com tempo e espaço para mimos e colinho. Está na sala dos meninos que já estão quase todos com os 3 anos, mas isso não lhe faz confusão nenhuma, nem a nós, já que cá em casa também está habituada a ser a mais pequenina.

No primeiro dia assim foi, mochila às costas, mãos no chapéu para não voar, e passo decidido. Ficou apenas 1 hora e meia, era dia dia criança, houve brincadeiras e colinho quando precisou. Correu bem.





Hoje ficou 3 horas, já com almoço incluído. Esteve sempre bem, participou na actividade da manhã, e para espanto nosso, comeu a sopa toda, metade do 2º prato e a fruta!! Quando a fui buscar tinha um sorriso na cara que me mostrou que está a gostar.

E é isto, uma bebé que esteve sempre em casa, muito carregada e que ainda mama muito com uma adaptação tranquila e feliz a uma nova fase de vida.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Amamentação na creche

Pois que não seria nada de estranhar este tema, porque em creche os meninos que lá estão estão todos em idade de ainda mamar, mas o que fui fazer hoje não foi dar de mamar na creche, quer dizer, isso também fiz, mas vá ...

Hoje fui a convite das educadoras da Creche de Budens - Santa Casa da Misericórdia de Vila do Bispo falar de amamentação com os meninos dos 12 aos 36 meses.

Foi muito giro estar em frente a meninos tão pequeninos e vê-los explorar os materiais simples e adaptados à sua idade que levei comigo.

Umas fotos lindas de bebés mamíferos a mamar, uma boneca grávida, uns quantos bebés e mamas de lã. Foi o suficiente para uma actividade bem gira e que de alguma forma deixa uma sementinha para o futuro.




Brincar ao faz de conta.


Descobrir onde está  o bebé.


A Rosita e o Zé foram comigo, o Zé aproveitou para rever os amigos que fez na creche e explicar um bocadinho sobre como nascem os bebés, a Rossita explorou a sala e brincou.
Pelo meio os dois quiseram mama, acho que queriam mostrar aos outros bebés como é que é mesmo esta coisa de mamar!



Mais uma experiência muito positiva para  mim como mãe e profissional na área da amamentação.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Mais uma primeira vez

Porque na maternidade tudo é novo, sempre, alguma vez será sempre a primeira vez, e desta vez falo de creche.

Até agora todos os nossos filhos tinham ficado em casa, nossa ou dos avós, até aos 3 anos e depois entravam na pré primária aqui da aldeia, onde a educadora é a mesma desde o primeiro e até já se tornou nossa comadre, porque é madrinha do Zé.
Isto era o normal, a certeza, o caminho fácil por ser o  já trilhado há anos, mas por vezes há outros caminhos que se cruzam e aí temos que fazer escolhas.

A creche, o bicho papão, filhos meus ainda bebés a ficarem com gente estranha, gente que não dá colo, salas cheias de bebés a chorar, rotinas forçadas, desfraldes abruptos ... era isto que eu tinha na cabeça. (não que conhecesse, mas era assim que o meu coração pensava)

Com a Rosita pequenina, o Zé a pedir muita atenção e a Amamenta Algarve a precisar de muito trabalho para também crescer, estava a braços com 3 filhos em casa e às tantas não dava a devida atenção a nenhum deles, mas e eu via isso? Pois que desconfiava, mas quando o coração não quer os olhos não vêem.
Admito que fiquei sem chão quando percebi que o caminho me estava a empurrar para colocar o Zé na creche (aquele bicho papão) e eu não queria nada, tinha feito uma cruz em cima desse bicho e tinha MEDO, sim, porque uma mãe de 6 tem medo, muitos medos, medos x 6!

Os olhos iam rasos de água quando fui perguntar se havia vagas, com medo de ouvir a resposta, trouxe os papeis, tratei da parte prática, sempre de coração apertado. Depois fomos lá, os 3, eu o pai Fura Bolos e o Zé e o bicho papão ...

As pessoas que não dão colos, estavam lá, raparigas sorridentes, sentadas no chão com meninos ao colo.
As salas com bebés a brincar, um piriquito que canta alegremente na gaiola.
Uma educadora que nos ouviu, que quis saber quem é o Zé, como queremos fazer as coisas.
E assim, em menos de nada, quase como fazemos aos nossos filhos quando eles acordam de noite com medo do bicho papão e lhes afagamos o cabelo, afastámos o bicho, ou ele afastou-se e deixou-se ver de outra maneira.




O Zé teve ontem o seu primeiro dia de creche, de escolinha, e teve direito a ser acompanhado pelos manos que fizeram questão de o ir levar, mesmo sabendo que depois tinham que subir a rua a correr para não chegarem muito atrasados à escola. Só o mano Tiago faltou a esta "cerimónia" mas foi depois busca-lo de tarde.

O Zé fez um beicinho quando eu lhe disse que ia trabalhar e já voltava, mas ficou bem. Brincou, comeu, foi à casa de banho (sim, porque aos meus olhos ainda não estava desfraldado, e afinal está!) e até dormiu a sesta sem dramas.

Sempre de olhos bem abertos, mesmo esbugalhados, a observar e absorver tudo, calmo e meigo, foi assim que nos contaram o 1º dia.

Pronto, obrigada Zé, meu filhote, que me deste a oportunidade de conhecer outro caminho e me fizeste perder o medo dessa desconhecida que era a creche.