domingo, 15 de novembro de 2015

As papas do bebé

Com 5 filhos é natural sabermos um pouco de papas cá em casa, mas se até ao #4 só conheciamos as de pacote e de compra (e quilos e quilos delas que comprámos) agora com o #5 resolvemos experimentar as papas caseiras e estamos fãs.

O Zé tem 15 meses e come papas, mas não as de pacote, não as carregadas de açucares, não as conservadas com não sei quantos conservantes, o Zé come papas caseiras, feitas na hora com os cereais que queremos, frutas ou legumes, peixe ou carne.

E quando estes conhecimentos, dicas, descobertas e experiências resultam entao é bom partilhar com outras mães.

Foi o que fiz esta sexta feira no Espaço Infinitos em Lagos. Uma tarde bem passada, com conversas de mamãs, bebés bem dispostos, cozinha ao vivo e degustação das papas que faço cá em casa e deliciam o Zé e não só (hoje o lanche foi papa de aveia e centeio com pera e canela para todos)

Em duas horas e meia fiz e provamos papa de arroz com maçã e pera, aveia com banana, millet com manga e mandioca com legumes e peru.




Jantar gourmet

Se há dias em que para o jantar entra em acção o panelão da sopa ou a tachada de massa de qualquer coisa, outros há em que me apetece inventar.
Já queria ter comprado um tabuleiro destes para queques há tempo mas os que encontrava eram de 6, ora 6 nem dá um a cada um cá para casa por isso agora que encontrei este de 12 comprei logo.
Hoje o almoço foi um delicioso caril de frango feito pelo pai Fura Bolos e como não sou de desperdícios resolvi aproveitar o molho e os pedacinhos de frango que restaram e juntamente com ovo batido com iogurte grego, saiu isto.
10 minutos no forno e uma salada de tomate está feito.
Foram aprovados pelos miúdos, mesmo pelo Zé que adorou! (sim, o Zé tem 15 meses e come caril, qual bebé indiano!)
 
 
 
 
 

 
 
 
 

sábado, 14 de novembro de 2015

Curso de primeiros socorros

Foram 3 sabados intensos e que implicaram muita logística.
Três fins de semana em que tive que fazer uma ginástica brutal para conseguir assistir a este curso que já há tanto tempo que queria fazer, mas como quando se quer muito uma coisa consegue-se, então consegui.

Hoje foi o último dia de curso e deixou saudades. 
Um grupo divertido, gente de todas as áreas profissionais, mais novos ou mais cotas (como eu), altos, baixos, uns introvertidos  outros que só estavam bem a intervir, conversas de coffee break, troca de experiências, aprendizagens ricas e muitas lições de vida.

O formador, Paulo Menneguci, excelente, bem disposto, experiente, sempre pronto a esclarecer, humilde e um professor de mão cheia, assim não há como não aprender!

Como hoje era o último dia levei o Tiago comigo, o pai Fura Bolos comentou se não seria chato para ele um dia inteiro numa sala, num curso para adultos, mas acho que pelas fotos dá para ver que não só não foi chato como ele se divertiu e aprendeu muito.

Estou cansada de uma semana muito trabalhosa, física e emocionalmente, mas de coração cheio.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Há quanto tempo eu não lia um livro!

Para ler é preciso tempo e tempo é um bem precioso que às vezes, muitas vezes,  me foge entre os dedos enquanto faço tantas outras coisas.

Para nascer também é preciso tempo e enquanto espero que um bebé nasça, ofereco-lhe o meu tempo esperando, e lendo.

"A história de um caracol que descobriu a importância da lentidão" não podia vir mais a calhar, cada vez mais a vida é a correr e para nascer é preciso lentidão, é preciso tempo, dar tempo, ter tempo e esperar, esperar que lentamente o corpo da mulher se abra e que lentamente o bebé viaje.
O trabalho de parto deve ser um evento sem pressas, lento, harmonioso, envolto em amor e lentidão para dar tempo e lugar ao nascimento potente, forte e enérgico de um bebé e de uma mulher.

Sem pressas espero.

E a noite trouxe-me de volta a casa, mas ainda à espera. 




domingo, 8 de novembro de 2015

O outro lado da realidade...

Acho que nem é preciso escrever mais nada. Tão limitados que nós somos quando tantas vezes na vida dizemos "Eu não consigo".
O Carlos consegue e só por isso temos todos a obrigação de pelo menos tentar!
(chorei, pois claro que chorei!)

O Carlos tem paralisia cerebral e é uma pessoa autonoma, inteligente e lutadora.